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PSICOLOGIA NO ESPORTE

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Treinar juntos, mas competir contra si mesmo, sozinho (a).

Uma das grandes evidencias constatadas no mundo das corridas de rua: A necessidade da motivação que vem dos treinos acompanhados e a necessidade de obtenção de resultados individuais. Como conciliar?

Ninguém vai discordar que treinar junto ou dividindo o sofrimento seja melhor que passar horas sozinho, no entanto para que isso pudesse acontecer sem refletir na situação do outro seria preciso uma bela combinação de fatos ou renúncias:

1. OS DOIS TREINAM FORTE E EM PACES OU REALIDADES SIMILARES

Esse seria o sonho de consumo de cada atleta que passou encarar sua modalidade um pouco além de somente lazer ou momento de desestresse, mas essa situação, em virtude do amadorismo que exige que tenhamos rotinas de trabalho fora do esporte, acaba condicionando a pequenas faixas de horário, tempo, local e deslocamento aos parceiros. Mesmo nos fim de semana, quando os horários conseguem coincidir mais, nem todo mundo tem o mesmo foco e objetivos que o outro

2. UM TREINA MUITO FORTE E O OUTRO ESTÁ EM NÍVEL ABAIXO OU OUTRA MODALIDADE

Quem nunca treinou com um parceiro mais fraco para animá-lo ou para não treinar sempre sozinho? Ideal para isso é ter sua rodagem livre nesse dia, pois treinar com objetivos e metas abaixo das suas podem ter o lado bom da companhia, mas comprometem planejamentos apertados de 8 a 10 semanas para uma prova ou competição alvo.

Outro problema em depositar sua energia em ajudar quem está começando, até mesmo acompanhando é possibilidade de lesionar fazendo algo que não acostuma fazer com frequência. Já percebeu quantos corredores se machucam fazendo funcional ou crossfit? Mas ele(a) não é maratonista? Nunca viu bikers lesionando fazendo trail run ou simplesmente correndo 6k para acompanhar a namorada iniciante? Atleta malhar sem orientação é um bom exemplo.

3. OS DOIS SÃO INICIANTES

Por mais que pareça uma boa no começo, e é, mas após quatro semanas quando os primeiros sinais de condicionamento aparecerem perceberemos que a fidelidade de um em detrimento ao outro começará cobrar o seu preço. Isso não levando em conta que cada ser, pelo principio da individualidade tem melhorias e respostas fisiológicas diferentes que outros, ou seja, possivelmente, quem entrou nisso juntos após um mês provavelmente precisarão de novas referências para manter o foco.

Algumas sugestões que ajudam:

  • Parceiros de treino devem ter objetivos parecidos exceto na preparação geral, onde todo mundo normalmente faz coisas parecidas. Imaginou um velocista treinando com um fundista?

  • Solidariedade com os novatos sempre é bem vinda, mas tem hora que você precisa entender que pode estar se atrapalhando ou limitando o progresso de alguém. Isso deve ser natural. Realidades parecidas devem se atrair. Treinos de fim de semana tente agrupar aqueles que têm o objetivo próximo ao seu.

  • Ah, hoje o foco é a confraternização, junta o máximo que puder e faça aquele treinão

Nem todo mundo tem um objetivo competitivo, mas é intrigante, até mesmo quem não “liga” pra isso se queixar de não estar melhorando na performance. Somos nossos maiores críticos como nosso desempenho, seja ele por um resultado ou simplesmente não concluir uma atividade quase morrendo, mas também somos seres sociais que carecem de estar perto de outros seres...

Entendeu?

Buscar por companhia não é ruim, por sinal é ótimo, no entanto isso requer que mescle com seus objetivos. Saiba também que a solidão fortalece, pois nada produz efeito tão grande num atleta que um tem psicológico forte que suporte até o silêncio ou a dor.

 
 

ATIVIDADE FÍSICA É VIDA! NÃO FUGA!

SUOR NÃO COMBINA COM MENTIRAS

Todos conhecem o quanto pode ser poderosa e eficaz a atividade física na prevenção dos males dos dias atuais. Depressão, solidão, sedentarismo, diabetes, hipertensão arterial conseguem ser controladas com rotinas e aplicação de novos hábitos de saúde vistos nos corpos e nas feições. Através da atividade física muita gente conseguiu fugir das enfermidades, mas em alguns e crescentes casos, FUGIU até demais!

Problemas, frustrações e desilusões todos têm e na prática de um esporte podemos ocupar ou preencher o espaço ocioso da mente (e da vida) com algo que nos ofereça prazer e ânimo, mas nem mesmo o esporte ou qualquer prática física poderá resolver por completo nossos problemas se for utilizado para apenas fugir e não sanar o problema.

Correr até não restarem forças, malhar até a exaustão, duas sessões diárias, sete dias por semana, infinitas postagens nas redes sociais, busca incansável pelo corpo perfeito, procedimentos estéticos sem nenhuma necessidade, (...) e ai quando conseguir chegar ao topo dessa pirâmide, no limite físico, no ápice da performance, vai fazer o que? Acha mesmo que no fim disso tudo vai voltar e não encontrar o problema?

É triste, mas comum hoje, ver pessoas com centenas de seguidores e quase nenhum amigo; de se fazerem ser vistos nas academias com gritos, gemidos e barulhos de pesos largados no chão, mas um tremendo vazio na estima.

Gente! A procura pela atividade física, pela estética, pelo corpo tem que nos elevar a um novo patamar de conhecimento. Buscar os limites da condição física atual nos permite (e permitirá pela constância) fazer acreditar que podemos mover o mundo e a nós mesmo da inércia, mas não terá frutos duradouros ou reais para quem carece de algo mais que serotonina.

Difícil de entender quem usa mecanismos de dopagem ainda mais para participar de eventos amadores. Tem gente se dopando para ser o "monstro" de um LONGÃO (treinos longos e extensos geralmente feitos aos fins de semana)! Tem cabimento se vangloriar de um pódio com o sangue cheio de eritropoietina e ozônio? Pois é, injeções de produtos restritos a pessoas com anemia grave e até capsulas de ozônio via anal para apenas dizer ou publicar um tremendo resultado construído a base de mentiras.

Outro ponto: E o que falar do esposo que coloca o chip da esposa ou namorada para que ele sua ao pódio? Da pessoa que se inscreve para 42k, mas pega taxi metade do caminho? Dos corpos construídos em sessões de plástica, ingestão hormonal, de Botox aplicado fora de clínicas habilitadas...

Precisamos urgentemente descobrir o que nos leva a prática da atividade física. Claro que a vaidade, os locais mais altos, a mídia são grandes impulsionadores e motivadores, mas esses motivos não poderão ser as únicas razões ou corremos o risco de nunca estarmos satisfeitos e tão pouco felizes nesse mar de imagens de vidas perfeitas que nos tornamos.

Almejar seu melhor desempenho tem que estar associado à busca, determinada pelo suor e compromisso. Um corpo sarado é consequência de dias de renúncia (inclusive na mudança alimentar) e foco; a melhor condição física venceu os dias mais quentes, o frio e a chuva... Isso sim vai te transformar em algo diferente. Algo sólido, que ai sim, com as diversas técnicas no mercado, inclusive estéticas, poderão ter a melhor eficácia.

Atividade física é saúde e não uma mentira! Por um mundo com mais pessoas de verdade!

Provocado por minha namorada a postar algo sobre o efeito da corrida sobre a depressão, encontrei diversos bons textos, mas ao deparar com esse, dei conta que muitas pessoas precisam repensar o que faria mais mal: o medo de se machucar ou o sedentarismo? O excesso ou o MIMIMI? Sobrepeso, medo, tempo, idade.... Essas e outras dilemas.

Quem responde é Dr. Dráuzio Varela, médico, 72 anos, as perguntas que talvez você tenha interesse em saber a resposta. Selecionei algumas, mas o texto completo pode ser encontrado no fim do artigo. Boa Leitura!

O SENHOR JÁ CORREU HOJE?

Não. Machuquei o pé na maratona de Boston, em abril. Não posso correr ainda por mais algumas semanas, mas enquanto isso subo os 14 andares da escadaria do meu prédio até o meu apartamento.

ISSO NÃO FAZ MAL AOS JOELHOS?

Subo pela escada e desço pelo elevador justamente para não forçá-los. Depois, subo de novo. É um exercício maravilhoso.

OS JOELHOS SÃO UM ALVO FÁCIL QUANDO OUVIMOS CRÍTICAS À PRÁTICA DE CORRIDA. CORRER REALMENTE OS DESTRÓI?

Isso é um mito. Se você está obeso, não faz exercício há anos e se põe a correr, é lógico que vai fazer mal. Geralmente são essas pessoas que têm os maiores problemas com a prática – inclusive nos joelhos. Pesquisas mostram que as cirurgias nessa parte do corpo e nos quadris são muito mais comuns em quem anda do que em corredores. E isso acontece por várias razões. Uma delas é que, embora na corrida cada passada aumente o peso do corpo em duas a três vezes, você fica com o pé muito menos tempo no chão, então o impacto dura pouco. Além disso, esse movimento de estica e volta acaba por fortalecer as articulações. É parecido com o que acontece com o músculo que, conforme contrai e descontrai, cresce e fica mais forte.

UMA PESSOA QUE ESTÁ ACIMA DO PESO PRECISA EMAGRECER ANTES DE COMEÇAR A CORRER?

Depende muito de quanto acima do peso ela está. Com poucos quilos a mais, ela pode começar devagar, tomando cuidado. O problema é quando ela está completamente despreparada e sai correndo de uma vez. Eu sempre recomendo o bom senso para os pacientes. Todo mundo pode correr, depende de como faz isso. Uma estratégia inteligente é começar andando e ir testando: correr 100 metros e continuar na caminhada; quando se sentir melhor, corre mais 200, e assim vai.

PARTICIPAR DE MARATONAS É SAUDÁVEL?

Do ponto de vista da saúde, não há nenhuma necessidade de correr 42 quilômetros. É uma onda em que alguns entram. No meu caso, não faço isso porque acho que é ótimo. Nem sei se é tão bom assim para o corpo. Eu faço porque me impõe a disciplina de treinar. Trabalho muito e, se não tenho a obrigação de acordar e correr essa distância toda, fica difícil levantar às 5 horas da manhã, vestir um calção e sair correndo. Isso não é natural do homem.

O corpo humano não foi feito para ficar parado. A evolução nos preparou para o movimento.

ASSIM COMO NÃO É NATURAL DESPERDIÇAR ENERGIA.

Sim. Por isso que é muito duro conseguir praticar uma atividade física regular. Você imagina um homem das cavernas levantando de manhã para sair correndo à toa? Só se fosse para ir atrás de caça, fugir de um predador. Caso contrário, ele ficava parado, quieto, economizando energia. Não havia alimentos suficientes disponíveis para manter um corpo com esse gasto energético inútil.

E O CORPO NÃO VAI LHE PEDIR PARA LEVANTAR DA CAMA, NÃO É MESMO?

Pelo contrário. Temos mil razões para ter uma vida sedentária, e é por isso que a maioria da população não pratica esportes. Mas não dá para aceitar isso. A vida sedentária faz muito mal, não fomos feitos para ficar parados. O corpo humano é como uma máquina que foi desenhada para o movimento. Do contrário, você vai lamentar.

O QUE MUDOU NA SUA VIDA DEPOIS QUE COMEÇOU A CORRER?

A corrida é um antidepressivo poderoso. Traz a sensação de que você é capaz de resolver qualquer coisa.

O SENHOR VIROU MARATONISTA AOS 50 ANOS, QUANDO MUITA GENTE JÁ ESTÁ DESACELERANDO. FAZ DIFERENÇA?

Comecei atrasado (risos). Mas isso me deu um entendimento mais claro do processo de envelhecimento. Ensinou-me a não levar em conta a idade cronológica. E isso vale não só para a corrida mas para outros desafios na vida também. Quando me proponho um trabalho ou uma tarefa, avalio se tenho condição física de realizá-los, se tenho disposição e se aquilo me interessa. Jamais penso se estou velho demais. Nossa tendência é considerar que por causa da passagem dos anos perdemos a condição de fazer certas coisas. E isso independe da idade: há quem tenha essa sensação aos 80, outros aos 40 anos. Assim, parece que a fase mais produtiva da vida, justamente quando você podia aceitar mais desafios, já passou.

Leia mais em:

http://claudia.abril.com.br/saude/drauzio-varella-a-corrida-e-um-antidepressivo-poderoso/

http://www.assessocor.com.br/noticias.aspx?A+CORRIDA+PODE+SERVIR+COMO+ANTIDEPRESSIVO+NATURAL&__idNot=459

CORRIDA X DEPRESSÃO...

UM REMÉDIO PODEROSO

 
 

ATLETA CONSCIENTE = RESULTADOS

Houve uma época em que boa parte das descobertas partiram do acaso ou do empirismo ( ou achismo), mas hoje, muitas delas partem de um modelo construtivo a partir de experiências e vivências aprendidas ou assimiladas de outras situações, ou você pensa que que tudo que tem é partido do zero? O iphone de Bill Gates foi uma grande novidade e quantas outras tantas surgiram desse modelo?

A grande maioria dos atletas amadores começa sem nenhuma expectativa na modalidade pretendida, mas mediante os treinos, cobranças, desafios e rendimento começam a pleitear novas metas e objetivos, mesmo que elas não sejam as primeiras colocações do pódio.

Reduzir tempo, ter mais eficiência, cansar menos, terminar um desafio, superar uma distancia, (...) podem ser menos complicadas se também partir do atleta o conhecimento construtivo para tal feito. Saber por que fazer talvez tenha a mesma importância do como fazer.

A mídia especializada exalta o modelo “militar e rígido” do atleta (jogador) Cristiano Ronaldo como perfeito exemplo de dedicação e conhecimento dos por quês se treinar. Profissionalismo? Sim, mas um exemplo importante de que o conhecimento pode elevar seu patamar a níveis nunca imaginados.

Nesse modelo consciente o atleta, seja ele profissional ou amador, entende que é preciso não só obedecer, mas ser cumplice dos seus resultados, a partir do momento que não pode alegar desconhecer. Como poderia um atleta nesse nível deixar passar situações como a relação da qualidade de sono e alimentação no seu desempenho? Ahh, mas eu sou amador! Mas não se cobra quando algo não deu como queria? A culpa é do coach? Do treino, da planilha?

O conhecimento permite que sejamos protagonistas da construção ou execução dos nossos objetivos, sem eles viramos apenas repetidores de ações e gestos atléticos. Forte isso não é? Nunca perguntou para seu professor por que tantas séries de 400m ou por que faz longões?

O não saber nos permite culpar alguém por nossos insucessos. Isso se aplica quando pego e replico treinos dos outros, inclusive treinos ou exercícios que vi ou assisti na internet. Repicar, até o papagaio do realejo faz isso quando acaba a música, mas entenda que sua saúde e seu tempo não pode ser fruto da sorte que ficou no bico do pequeno passarinho.

Outro beneficio do conhecimento permite que o feedback com mais propriedade forneça informações mais verdadeiras a seu técnico sobre você. Dizem que Ayrton Senna conhecia tanto de cinemática (física) que divergia da opinião do próprio engenheiro da equipe. Quem ganhou como conhecimento de Senna? Ele, a equipe, o engenheiro ou todos?

Ah! Mas os quenianos treinam sozinhos e sem técnico... Você ainda acha que vai ganhar dessas perfeitas máquinas de correr, que são providas de adaptações físicas, morfológicas e fisiológicas, inclusive geográficas como altitude, com um modelo de treino onde você apenas repete algo e não sabe o por quê? Bolt carrega sobre suas sapatilhas anos e anos de informações sobre mecânica e desempenho humano. E tudo começou quando investiram em fortalecer sua postura ao invés de apenas correr.

Falei do passarinho do realejo, mas o tocador também se torma ainda melhor quando seu conhecimento o força também a estudar, se instruir para lhe devolver algo melhor e de qualidade. Taí minha indignação com profissionais que param no tempo ou aqueles que dão treino sem ter nenhum conhecimento sobre nada mais profundo que um “vai”!

Procure conhecimento! Se afaste de quem não consegue te agregar nada. Faculdades não fazem bons profissionais e sim os habilitam a trabalhar. Estude e questione! Seja chato(a) mas também faça! Chato também aquele que procura cabelo em ovo. Tenha um brainstorn com seu técnico, planeje, obedeça, dê feedback e com certeza os resultados não tardarão a surgir.

Recordo de um filme de ficção que assisti que a personagem, que vivia num futuro e no espaço dizia que “depois de muito aprender da vida descobre-se que a moeda mais preciosa que podemos juntar ou querer é o TEMPO”. Será?

"O TEMPO NÃO PARA"

Quantos anos você tem? Como espera estar daqui a 10 ou 15 anos? Pediria que nessa reflexão não falemos de patrimônios materiais, mas daqueles que não tem preço ou definição. Tragamos a mente verbetes como vigor, saúde, animação, jovialidade, energia, vida, (...)
A criança se entrega a brincar como não tivesse tempo, já percebeu isso? Quer fazer tudo até o último instante, reluta com o sono, dorme esgotada e o novo dia se inicia; já o senil (mais velho) reluta em fazer as coisas, pois outras são prioridade, pois correm contra o tempo para ter um patrimônio, uma vida melhor, um conforto(...), mas QUANDO? Vemos o tempo que sobra no infante, que parece faltar o adulto.
Durante a história humana diversos momentos vimos “levantes” contra a ditadura do tempo sob a bandeira do poeta Horácio, o chamado CARPE DIEM. Mais que tatuagens ou frases de postagens ela trazia uma ideia de que O TEMPO deveria ser mais aproveitado. Pois é... E como tem sido! Mas como deve ser?
Uma constatação a se refletir: nem a atividade física FULL TIME ou o SEDENTARISMO representam a SAÚDE do corpo ou VIDA SAUDAVEL, pois se o tempo for então mensurado como moeda (inicio do texto) preciosa, não pode ser guardado, escondido ou demasiadamente gasto. ESSE CARPE DIEM também inclui não ouvir a ninguém (imaturidade, insegurança, pouca autoafirmação, narcisismo) ser dono do que pensa ou faz, mas não podemos esquecer que é fato que daqui a 10 a 15 anos, sedentários, noturno, madrugueiros e multi agitados se perguntarão como usaram esse tempo.
O ATLETA NÃO APROVEITA A VIDA. SERÁ?
O atleta de elite sofre muito nos treinos, mas aproveita muito das viagens, vivencias, experiências, lutas, conquistas e até do aprendizado dos insucessos. Pergunte a um ex-atleta (quanto a treinar) se ele não faria tudo novamente. Ter uma vida ativa ou sedentária tem sim seus prazeres, dores, cicatrizes e histórias e, se observarmos apenas com nosso horizonte de compreensão, dificilmente não teremos palavras como “loucura” ou “perca de tempo” associadas.
Costumo dizer que no meu trabalho com atletas amadores e entusiastas do esporte, que existe mais coisas envolvidas ali (nos treinos ou corridas) que apenas correr. Existem experiências, vivencias e histórias, inclusive de superação, que muitos nunca ouviram ou presenciaram que deveriam, pelo menos, ser experimentadas suando.

Recentemente em entrevista ao fantástico, James Hetfield, vocalista da Banda Metallica sobre a falta de experiência física (perder o momento) com as coisas que estão acontecendo, disse: “(...) acho que as pessoas vão se arrepender por não guardar o show no coração, em vez de guardar no celular.
O tesão que leva a pular a noite inteira numa RAVE, ou atrás de um trio elétrico é bem parecido com aquele de quem acorda de madrugada para treinar ou competir. Cada um aproveitando o SEU tempo como melhor lhe agrada e lhe faz sentir bem. Cada um na sua! O amante do movimento entende que é preciso viver e ver para poder aprender a compreender e aproveitar esse tempo.
Se esse texto se transformasse numa monografia, claro que eu NÃO teria que apontar o vencedor e sim uma opinião baseada em dados quantificados, opiniões QUE CADA UM SABE BEM USAR PARA JUSTIFICAR SEU MODO DE VIVER E ASSIM PERMANECER. Por isso, prefiro antes de concluir, o meu total respeito aos que preferem fugir (e até condenar, zoar, chacotear) de qualquer coisa ligada a atividade física.
Minha opinião de CARPE DIEM? SOU UM DOS LOUCOS por movimento; de poder aproveitar o dia como uma criança (desde muito cedo e brigar com o sono), com as responsabilidades de um adulto, MAS na tribo atleta.
O que quero? Parafraseando uma postagem da minha parceira, “As histórias que vou contar para meus netos, não serão apenas histórias de dormir”.
Como espera estar daqui a 10 ou 15 anos?
Quero com 60 anos ter fôlego ainda para participar de uma meia maratona. #prontofalei
Bom treino! Seja feliz COMO QUISER! Aproveite mais das vivencias MAS saia do sofá! PONHA ANOS EM SUA VIDA!

INTOLERÂNCIA.... A ATIVIDADE FÍSICA

 

Febre, liberdade, prazer, satisfação, alívio, (...) são sensações que nos veem a cabeça quando falamos do prazer proporcionado pela atividade física. É difícil encontrar quem nunca percebeu qualquer um dos verbetes acima após um treino bem feito, uma corrida olhando a natureza ou pós a superação de uma meta. Concorda?

Dos hormônios mais importantes liberados na prática da atividade física estão as endorfinas, que de forma bem objetiva, agem como uma espécie de analgésico, que ao ter sua produção potencializada, age sobre pequenas dores e no controle das emoções, (pequenos quadros depressivos, ansiedade, algumas fobias) trazendo aquela sensação prazerosa e de “quero mais”.

Observando pessoas adultas, vemos que a procura por essa sensação corresponde a um percentual de aproximadamente 20%, haja visto que a sua maioria procura a atividade física após uma indicação médica, um susto ou quando a estética começa a lhe mostrar outros contornos no espelho.

As endorfinas sim viciam, o tal vicio do bem, que faz com que pessoas que outrora fossem totalmente sedentárias, adotarem novos hábitos e rotinas que trarão como prêmio essa sensação de bem-estar e de juventude, mas a atividade física não pode cometer os mesmos erros da modernidade e da era digital. Como assim?

A internet nos apresentou um mundo menor, que cabe no bolso num pequeno computador chamado smarthphone, mas também potenciou a replicação de outros gestos e hábitos comuns nas redes sociais como:

  • Não consultar a fonte e aplicar CEGAMENTE o que leu; esquecer da segurança e fazer a modinha da vez;

  • Falar muito somente de um assunto e ser muitas vezes alienado sobre outros;

  • Replicar caras e bocas, excesso de postagens, selfies (...) coisas comuns em adolescentes que buscam autoafirmação;

  • “Morar” na academia; Status “malhando”

  • Não ter vida social, nem família, (...)

Ouvi certa vez que nos preocupamos tanto com as fotografias que esquecemos de parar e nós mesmo contemplarmos as paisagens; preocupamo-nos tanto em ter um corpo invejado e não darmos conta que os anos passam e nossa maturidade não “hipertrofiou” na mesma velocidade; que não percebemos que as roupas que usamos ficariam perfeitas em nossos filhos...

Um belo projeto de saúde deve ter sim metas e objetivos claros, bem como definição de prazos para que não se perca o foco, mas como não vemos churrasco sem gordura, a vida, inclusive de atletas de ponta, merece ser vivida e aproveitada.

Marque uma resenha com seus colegas ou parceiros de treino, reúnam–se e vão a um show juntos; participem de pelo menos uma meia maratona apenas pelo prazer de contemplar a paisagem, marquem um dia e levem seus filhos para brincarem onde treinam; faça aulas experimentais, ioga, pilates (...) invente algo, mas vez ou outra quebre a rotina. Ficar em casa vendo uma série pode ser também uma quebra de rotina! Viva o Netflix!

Pesquisas apontam que uma pessoa tensa, muito rígida, demasiadamente meticulosa tem também problemas relacionados a sono e alimentação, podendo também apresentar queda da imunidade interferindo assim na qualidade dos resultados. Deseja isso para você?

E ai? Quando podemos marcar a resenha?

Treine muito, mas não esqueça do bom senso! Endorfine-se! Bombe seu cérebro! Faça amigos e menos contatos! Descasque mais e desembale menos!

Dica de leitura:

http://vivomaissaudavel.com.br/bem-estar/motivacao/sair-da-rotina-e-preciso-confira-6-dicas/

UM CORPO SARADO MERECE UMA CABEÇA BOA

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Não adianta, um dia você terá que fazer um.

Todo corredor ou atleta que busca patamares mais altos precisa enfrentar seus receios e limites, inclusive os psicológicos, ou acha que não seja loucura acordar num fim de semana qualquer e correr 15, 20, 30 km sem parar?

É difícil imaginar quanto cada uma destas distancias representam no seu dia a dia. Por exemplo, da minha casa ao meu trabalho percorro 15km; 30km representam a distância entre cidades vizinhas e você acordou animado a fazer isso a pé... correndo!!

Mas o LONGÃO não é somente travar uma batalha com seu corpo e sua mente, mas um momento ímpar de aprendizagem. Observe as dicas desse profissional sobre o que posso fazer para tornar esse percurso um grande treino:

1 – TRABALHAR PASSADAS RITMADA

Para que o LONGÃO seja, de fato, eficiente, a variável mais importante é encontrar o seu PACE (tempo levado para correr um km), observando que ele não pode ficar nem muito acima do seu habitual, pois pode ocasionar em uma sobrecarga sem qualidade, nem muito abaixo, que pode causar a fadiga muscular mais rápido.

A função principal do LONGÃO é trabalhar sua resistência, e não a velocidade. Então, caso o seu objetivo seja baixar o seu PACE, use o LONGÃO para isto: aumente ritmo, de forma confortável, e mantenha-o até o fim do treino.

2 – TER TEMPO DISPONÍVEL

Como é um treino trabalhoso e exige muito mais esforço, você deve realizá-lo quando estiver com mais tempo e disponibilidade, de preferência, em dias em que tenha um tempo mais flexível na agenda. Com isso, você poderá executar um bom treino e também se recuperar do desgaste gerado.

3 – CONCENTRADO, PARA TREINAR O MENTAL

Por exigir mais do seu corpo, o LONGÃO torna-se indispensável quando o assunto é conhecimento pessoal. Com ele, você pode encontrar a concentração que estava faltando para completar a corrida, valorizando o seu objetivo inicial.

4 – CASANDO A ALIMENTAÇÃO

É importante observar a duração do seu treino para repor as energias. A alimentação antes e depois do LONGÃO é recomendada. Aposte em carboidratos de absorção rápida, como geis, frutas e sucos (que também podem ser ingeridos durante a corrida).

VANTAGENS

O importante é ter em mente que o LONGÃO trará benefícios importantes, mesmo que você não esteja disposto a encarar uma maratona. Dentre as vantagens, ele pode te proporcionar:

1) Ganho de força muscular;

2) Acelera o metabolismo tanto em treino quanto em repouso pós-treino;

3) Alto nível de queima calórica;

4) Maior capacidade respiratória;

5) Resistência a longas distâncias;

6) Fazer percursos mais longos e quebrar a rotina.

E ai? Bora?

 Leia mais em:

https://www.ativo.com/corrida-de-rua/treinamento-de-corrida/4-maneiras-perfeitas-de-encarar-o-longao/

LONGÕES: VITAIS SE ENCARADOS DE FORMA CORRETA

 

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Tem corredor que é teimoso, principalmente aqueles que já treinam há bastante tempo. Muitos se recusam a reduzir o ritmo, caminhar quando necessário ou correr menos dias por semana, mesmo quando deixam de se divertir e começam a se machucar. Mas mudar faz bem. A estratégia certa pode tornar os seus treinos mais prazerosos e aumentar a sua vida útil na corrida. Confira abaixo três erros bastante comuns entre os corredores mais experientes.

  • Não descansar adequadamente antes das provas:

Essa fase de “polimento” pode gerar alguma ansiedade. É como se ao reduzirmos a dificuldade dos treinos, pudéssemos perder todo o condicionamento conquistado em meses. Mas nesse momento, correr menos é crucial para os músculos se recuperarem, para o corpo estocar mais energia e para dar um descanso para a cabeça. Seguem abaixo sugestões de quanto tempo antes das provas vale à pena começar a reduzir o ritmo:

5km: de 4 a 5 dias.

10km: uma semana.

21km: duas semanas.

42km: três a quatro semanas.

  • Acelerar demais em treinos regenerativos:

Quando você considera que os seus dias mais fáceis aparecem justamente quando está mais cansado e com a musculatura mais sensível, faz sentido pegar leve com as pernas. Se você é daqueles que não conseguem correr confortavelmente devagar nesses dias, saiba que isso pode atrapalhar os seus treinos mais duros e as competições. Uma boa sugestão é usar um monitor de frequência cardíaca. Assim você se baseia em um número e não pode ultrapassá-lo.

  • Não organizar os ciclos de treinamento:

Quando saímos daquele estágio inicial no qual apenas queremos dar uma “corridinha” e nos tornamos corredores de verdade, entendemos a necessidade de um treinamento adequado. O treinador é o profissional responsável por criar um programa de treinos individualizado, planejado, estruturado, capaz de alcançar suas metas com a maior probabilidade de sucesso e com o menor risco de lesão ou outro problema de saúde.

Extraído na integra de:

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/treinos/noticia/2016/08/experiencia-x-limite-confira-tres-erros-comuns-entre-os-corredores-veteranos.html

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EXPERIÊNCIA X LIMITE: QUANDO A TEIMOSIA INFLUENCIA NEGATIVAMENTE NO RESULTADO

"Não tenha resistência as informações ou orientações... Elas podem te impulsionar".
 

Vemos que muitas pessoas acabam iniciando uma atividade pela empolgação, no entanto somem nos primeiros ventos contrários. O fato de ter buscado por uma atividade física denota que havia um desejo ou motivo inicial muito forte, mas o que aconteceu para a vontade “PASSAR”?

Segundo um website

“Uma das competências pessoais que determinam nossas conquistas é a disciplina. Quem é capaz de manter o foco no objetivo, estabelecendo prioridades e seguindo o planejamento feito, alcança sucesso”.

http://www.sucessopessoal.com.br

Esse mesmo site sugere que “antes de tudo, é preciso TRAÇAR UMA META REALISTA, alinhada com as possibilidades do momento. Esse primeiro passo garante a viabilidade de um projeto. A disciplina exige determinação e capacidade de autodomínio para NÃO SE DEIXAR LEVAR PELO ESTADO EMOCIONAL DO MOMENTO. É preciso manter em mente os resultados pretendidos e fazer o que for necessário para alcançá-los”.

Segue algumas dicas de um roteiro positivo para quem esta sendo inconstante:

1- Priorize a saúde. Assim, será natural (e não uma obrigação) alimentar-se bem, beber muita água e foque em PRATICAR EXERCÍCIOS REGULARMENTE. Tem que virar hábito e não um gesto ou ação solta.

2- TENHA UMA AGENDA. Marcar visualmente os seus dias de treino (e dar prioridade a eles, lembrando que serão provavelmente as únicas horas da semana dedicadas apenas a você) ajuda a evitar o conflito de compromissos e a criar o hábito.

3- TRACE UMA META. Treinar para vencer uma distância ou perder uma quantidade definida de peso ajuda a manter a motivação, especialmente no início, quando os resultados demoram a aparecer. Seja realista nessa meta.

4- FAÇA O QUE GOSTA. Há uma variedade enorme de atividades disponíveis nas academias ou fora delas. Experimente tudo o que lhe parecer prazeroso e escolha uma modalidade para se dedicar. Afinal, perceber que você evoluiu num exercício é extremamente motivador!

5- TENHA UM ÍDOLO. Pode ser um parente, um colega da academia ou uma pessoa famosa: o importante é ter um exemplo de determinação ou de corpo para lembrar que a sua meta é possível de ser alcançada – e até dar algumas dicas.

6- ACREDITE. Saber que você é capaz de realizar aquele desafio ou atingir aquela meta já é meio caminho andado. Toda pessoa pode ser feliz, desde que dedique um tempo a si mesmo. Então, pense no treino como “o seu momento” e nunca abra mão dele.

7- SEM MIMIMI. Arranjar uma desculpa para matar o treino é a coisa mais fácil do mundo, mas o arrependimento que vem depois também não é moleza. Tenha em mente a lista de benefícios que aqueles poucos minutos de exercícios trarão ao seu dia (um corpo bonito, disposição, saúde, confiança, bom humor…), vista seus tênis e simplesmente abra a porta. Feito isso, não dá mais para voltar atrás.

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Bom treino

Fonte: http://www.suacorrida.com.br/treino-wrun/renove-sua-motivacao-para-treinar/

NÃO DEIXE A CHAMA APAGAR...

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A fisiologia aplicada ao exercício comprova que o individuo submetido a um estresse físico, seu organismo responderá com o ganho físico... Não só físico. Os benefícios da corrida vão muito além do corpo bonito e definido; melhora o humor; melhora a qualidade do sono; proporciona sensação de relaxamento; tonifica os músculos; fortalece o coração; amplia a capacidade de funcionamento dos pulmões; estimula o raciocínio e a memória;  traz equilíbrio para o corpo e ainda aumenta a autoestima. E... Ele (a) não me deixa treinar.

Vemos nas assessorias e equipes amadoras de corrida um crescente número de pessoas solteiras e não difícil entender o porquê. Seja pelo parceiro (a) que não é adepto da atividade ou simplesmente pelo fato que as pessoas preferiram ser assim. Correr, Nadar, Pedalar (...) junto é bem melhor, tanto para o desenvolvimento, pela motivação e pelo bem do casal.

 

A ENDORFINA E AS ALIANÇAS

É bem evidente que coisas em comum aumentam as chances de uma relação afetiva ou profissional dê certo, mas isso não é imperativo desde que haja o respeito de AMBAS AS PARTES ENVOLVIDAS. FATO: A atividade física acaba virando um vício bom, mas NEM ELA e NEM A INSEGURANÇA DO OUTRO possa transformar algo tão bom e produtivo num abismo entre o casal.

Esse “abismo” surge ou é alimentado por necessidades individuais e egoístas de cada parte, (o tal não abrir mão) onde pensar primeiro EM MIM, no MEU bem estar, no MEU prazer são as palavras de ordem.

Prove-me ao contrário que o fato do parceiro presente não seja estimulante? Nem precisa fazer a atividade, mas como é bom ver o outro lá torcendo?

Este ESTAR PRESENTE aliado aos benefícios ligados à atividade física e ao humor acabará ajudando em outras áreas da vida desse casal. Claro que vamos ouvir as desculpas do tipo “ninguém nasceu pra viver colado”, “não preciso de ninguém”, “não tenho esse problema, pois não dependo da opinião ou autorização de ninguém”, mas estamos falando de pessoas que querem estar com pessoas e não ilhas.

O OUTRO LADO TEM DIREITO TAMBÉM

 

A vida não é somente corrida, eventos, treinos! Se você não é profissional o direito do outro ter você em exclusividade deve ser respeitado. Da mesma forma que ele (a) não pode voltar a ser criança ou fazer birra por suas escolhas saudáveis, quem escolheu ser UM tem que aprender ter jogo de cintura e ajudar na manutenção da estrutura.

Esse é um apelo a saúde (inclusive do casal): Perco alunos (as) para seus parceiros mais pela ausência deles que pela infidelidade do outro; perdemos muitas chances por não ceder. Não dá pra aprisionar um pardal e ser feliz com isso! Corredor! Ficar vez ou outra em casa, ir à piscina, praia, viajar, dançar, ajuda muito nos treinos futuros. Com o mesmo ímpeto que programo pra correr uma meia maratona, minhas atividades a dois merecem o mesmo respeito.

Lembra? Mente sã, corpo são! A ATIVIDADE TEM QUE GERAR PRAZER!

Deixe ele (a) treinar, mas ajude também.

 

DEIXE ELE (A) TREINAR... VOCÊ VAI GANHAR COM ISSO, MAS AJUDE TAMBÉM.

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Correr com ou sem música? Uma questão difícil de ser respondida. Além do estilo de cada pessoa, a concentração no objetivo desejado influencia na escolha, já que cada corredor possui uma maneira de lidar com os estímulos do corpo durante a atividade. Para alguns, o som no ouvido pode distrair e prejudicar no desempenho, enquanto para outros faz com que o tempo passe mais rápido.

Também é preciso ter cuidado com o trânsito. Correr no meio de carros e motos torna-se ainda mais perigoso ao escutar música. Os praticantes precisam estar sempre atentos na hora de atravessar um cruzamento. Durante as provas, corre-se o risco de não ouvir as instruções dos organizadores, outro fator perigoso. Entre vantagens e desvantagens, uma boa música sempre anima qualquer pessoa, confira abaixo mais dicas sobre o assunto.

PRÓS E CONTRAS

PRÓS

  • A música pode facilitar a corrida: estudos demonstram que ela reduz a percepção de intensidade do exercício em cerca de 10%. A noção de esforço do corredor é reduzida e ele tem a sensação de que pode correr mais rápido e por mais tempo.

  • Torna o exercício mais satisfatório: a música também eleva aspectos positivos do humor, como entusiasmo e felicidade, enquanto reduz aspectos negativos, como tensão e cansaço.

Música melhora a corrida na esteira:

  • Na esteira os estímulos do meio ambiente não estão presentes, o que torna a música bastante útil. Quanto menos se percebe o esforço, menor o tédio. A música se torna um estímulo nesse caso.

 

CONTRAS

A música pode tirar a percepção de problemas da corrida: ouvir música distancia o praticante dos outros sons produzidos pelo ato de correr, como a respiração e o impacto das passadas, que são informações importantes.Correr com som alto pode ser perigoso:  a música também afasta a pessoa do ambiente em que ela está, o que pode ser perigoso. O corredor pode não ouvir um carro, uma pessoa atrás dele, ou as instruções de uma prova.

 

 

  • O praticante pode ficar viciado em música: todos os corredores podem se tornar dependentes da música. Pode-se chegar a um ponto em que você perde a noção daquilo que é realmente motivador.

 

PALAVRA DO ESPECIALISTA

"Vários estudos mostraram que grupos treinando com música obtiveram uma percepção de esforço menor para uma mesma velocidade. Já grupos treinando com música, alcançaram o ritmo pretendido nos treinos e provas. Momentos felizes e marcantes de nossas vidas geralmente são acompanhados de 'músicas-temas', o que pode nos impulsionar a correr mais rápido. Por outro lado, o corredor pode não escutar possíveis informações da organização da corrida, podendo ocasionar acidentes. O praticante não sente a vibração do ambiente durante os treinos e as provas." Manuel Lago

Fonte:

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/guia/correr-ouvindo-musica-descubra-o-efeito-que-ela-causa-na-sua-atividade.html

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CORRIDA E MÚSICA: COMBINAM?

Para á pratica dos exercícios físicos, como qualquer outro evento do dia a dia, é necessário que se tenham roupas adequadas para que você se sinta confortável. Roupas leves, claras, onde possa transpirar, com flexibilidade dos tecidos para não atrapalhar a qualidade da execução dos movimentos, assim  obterá um melhor aproveitamento  dos  exercícios com um rendimento maior , gastando  energia sem se sentir desconfortável, aumentando a auto estima, e cuidando da saúde.

CADA MODALIDADE ESPORTIVA TEM SUA CARACTERISTICA

Não dá pra imaginar fazer natação de BURCA não é, então, em especial nos momentos onde se espera rendimento, utilizar a roupa melhor adequada e não a que a torna mais FASHION, pois roupas muito coladas ou que dificultem a troca de temperatura com ambiente podem provocar HIPERTERMIA e consequentemente queda de rendimento.

Durante as competições atléticas de resistência, até mesmo em condições ambientais normais, a temperatura corporal quase sempre aumenta de seu nível normal de 37 para 40ºC. Todavia, em condições muito quentes e úmidas, ou com excesso de roupas, a temperatura corporal pode facilmente atingir 42ºC.

Neste nível a própria temperatura elevada torna-se lesiva para as células teciduais, sobretudo células cerebrais. Quando isso ocorre começam surgir múltiplos sintomas, incluindo fraqueza extrema, exaustão, cefaléia, tontura, náusea, sudorese profusa, confusão, marcha cambaleante, colapso e inconsciência.

 

DÁ PRA SER ELEGANTE E MULHER COM MENOS ADEREÇOS

Muitas vezes, em especial as mulheres, usam adereços demais querendo esconder outras coisas e não realmente demarcar outros, a dica está em aprender a valorizar o que se tem e que se conquistou e não ficar preocupada com aquela celulite ou estria que faz você quase usar uma roupa de mergulho para correr, pedalar, (...). Uma vez ouvi uma atleta dizer: “Prefiro usar suplex que mostrar minhas celulites”! E depois ainda a ouvi afirmar:“ Se eu passar mal, pelo menos estou arrumada”!

Mulheres! Comemoramos esses dias o 8 (oito) de março! Deem um basta nesse cárcere! Se buscar rendimento é preciso romper com esse medo. Atividade Física tem que ser algo prazeroso e não uma franquia do estado islâmico.

 

Leia mais em http://www.atividadesfisicas.com.br/roupas-adequadas-para-a-pratica-de-atividade-fisica/

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ROUPAS ADEQUADAS x MODA = PRESSÃO

 
 

MONSTROS MENTAIS: ALGO ALÉM DOS TREINOS

Um grande desafio dos atletas é manter a mente equilibrada enquanto o corpo não responde aos comandos. Para que o seu lado psicológico trabalhe mais forte nas competições, Marisa Markunas, psicóloga do esporte, aconselha o trabalho diário do lado mental. “Invista na autopercepção e na constante avaliação sobre suas sensações corporais e as emoções”, indica.

OBJETIVOS E PLANEJAMENTOS

Marisa acredita que “os fatores psicológicos devem ser alimentados pela autovalorização, baseada em análises realistas dos treinos, gerindo pensamentos e emoções durante a preparação”. Mas como fazer isso? Conversando consigo mesmo ao longo dos treinos mais duros, preparando a sua mente para a prova. As técnicas abaixo, propostas pela especialista, podem ser aplicadas durante a preparação, te ajudando a driblar os problemas nas competições.

DIÁLOGO INTERIOR

“Converse” com você mesmo nos momentos difíceis durante os treinos. Nessa hora, o ideal é povoar a cabeça de pensamentos positivos, pensar no sucesso. Já nos momentos favoráveis, procure recordar as fases de superação e o quanto brigou para alcançar o resultado.

 

FRASES

Alguns corredores adotam essa técnica e escrevem frases de incentivo nos próprios braços para ler durante a prova. Isso ajuda de forma mais direta a trocar pensamentos ruins por incentivo. Procure não pensar em quanto falta para o objetivo, mas em quanto já conseguiu superar do desafio.

VISUALIZAÇÃO

Crie imagens em sua mente e imagine-se vencendo.

IMAGÉTICA

Visualize o público (ou familiares e amigos) celebrando e o parabenizando pela vitória. Sinta a emoção de um resultado positivo.

 

Extraído de: http://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/treinamento/quenia-destination/monstros-interiores-dos-corredores/

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São inúmeros detalhes que podem ajudar um corredor a melhorar seu desempenho. Descansar bem, ter uma ótima alimentação, treinar bastante. No entanto, existem alguns hábitos ruins que podem sabotar todo seu esforço. Conheça dez erros e saiba como evitá-los.

1. CORRER COM OS TÊNIS ERRADOS

Um tênis errado poderá atrapalhar seu treinamento e, acima de tudo, gerar lesões. Por isso, é essencial ter tênis correto. Teste o material que você irá utilizar em corridas ou treinamentos. É sua ferramenta de trabalho. Ou seja, essencial para sua atividade física.

2. IGNORAR A DOR

Alguns atletas tentar suportar ao máximo algum tipo de dor para encerrar um treinamento. Isso, para ‘não quer perder tempo’. Nem pense nisso. Não cometa o erro de pensar que alguns treinos a menos irão arruinar todo seu trabalho ou impedi-lo de alcançar seu objetivo na prova. A dor é um sinal de que algo não está legal em seu corpo. Por isso, não pense em continuar. A lesão pode se agravar.

3. A DÚVIDA: "EU NÃO SOU UM CORREDOR DE VERDADE"

Não seja negativo. É comum encontrar pessoas que falam não são corredores de verdade. E já correm há anos e completaram inúmeras provas. Por isso, saiba que você não precisa correr maratonas para ser um ‘corredor de verdade’. Se você correr regularmente, e não importa ritmo ou distância, você é um corredor.

4 . DEIXAR DE LADO O AQUECIMENTO.

Às vezes, os corredores pulam ou aceleram o aquecimento porque estão com pouco tempo ou ansiosos para iniciar o treinamento. Não faça isso. Negligenciar seu aquecimento pode até resultar em algum tipo de lesão. Por isso, não se esqueça desse item importante antes do treinamento.

5. CORRER SEM SE HIDRATAR

Alguns corredores preferem não tomar água antes do treino porque temem sentir a incomoda ‘dor de lado’. Outros não param para se hidratar porque acreditam que irão perder tempo. Tudo errado. Para se você estiver treinando há aproximadamente 30 minutos e tome água. Assim, você não correr o risco de sofrer uma desidratação.

6. NÃO CORRA COM O ESTÔMAGO VAZIO

Não pense em iniciar suas atividades de estômago vazio. É fundamental comer algo até uma hora e meia antes de iniciar seu treinamento e para que você tenha tempo de digerir essa refeição. Uma alimentação correta lhe dará forças para encarar mais uma dia de atividade física.

7. COMER ‘BOBEIRAS’ APÓS OS TREINOS

É claro que você pode pensar em comer alguma ‘bobagem’ após um treino exaustivo. Mas seja forte. Não pense em fazer algo que você possa se arrepender no futuro. Mantenha o controle sobre a ingestão de calorias após algum treinamento. Com o bom resultado, você irá pensar duas vezes antes de comer alimentos de alto teor calórico,depois das atividades físicas.

8. SE COMPARAR COM OUTROS CORREDORES

Há sempre aquele que poderá correr mais rápido que você. Não pense em ficar louco ou desencorajado porque não pode alcançá-lo. Em vez disso, pense no progresso que você já fez. Vencedor da Maratona de Boston de 1968, Amby Burfoot declarou que ‘não importa quão rápido ou lento você está em relação a outra pessoa. Você define seu próprio ritmo. Você não pode perder essa corrida porque não está correndo contra ninguém. Você está correndo contra si mesmo, e, enquanto está correndo, você está ganhando’.

9. NÃO FIQUE NA ROTINA

Você corre a mesma distância todos os dias e no mesmo ritmo. Não está na hora de sair da rotina. Alterne o local, a distância e o ritmo de suas corridas. Isso irá ajudá-lo a evitar o tédio e, principalmente, dará um "up" no seu desempenho.

10. PENSAR EM RECORDE EM TODAS AS CORRIDAS

No início, é bem provável que você consiga quebrar sua marca a cada prova. Depois, porém, pode se tornar mais difícil. E, por causa disso, não se pressione tanto. Isso poderá acabar com toda a diversão e prazer de correr.

 

Texto extraído de: http://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/treinamento/10-atitudes-equivocadas-que-sabotam-o-seu-esforco/

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10 ATITUDES EQUIVOCADAS QUE SABOTAM O SEU ESFORÇO

 
TERRENO
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FOCO
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LESÕES
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LIMITES
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PARCERIA
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LOCAL
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HORA DE DESACELERAR?

FÉRIAS?

Tão importante quanto seguir à risca as planilhas e treinamentos, todo atleta, seja ele amador ou profissional, precisa em um determinado ponto desacelerar. É humanamente contra producente a insistência em ficar treinando, treinando e treinando. O descanso faz parte da matriz de treinamento.

Com a chegada do fim do ano boa parte das grandes competições já passou e com elas os grandes objetivos esperados para o ano, então é importante desacelerar na intensidade dos treinamentos para que haja uma devida recuperação fisiológica para o próximo ciclo.

ENTÃO É PARA PARAR?

Não! Não por completo!

Esse momento de desaceleração é importante para que o organismo possa administrar as possíveis lesões e estresses causados a musculatura e aos ossos durante o árduo tempo treinando. Esse tempo também é importante para participar de competições ou eventos menos importantes para gerar feeling quanto a técnica aplicada, eficiência e eficácia mecânica, (...) pontos que podem ser importantes e relevantes ao serem corrigidos.

Descansar, para um atleta, muitas vezes requer mais a troca da modalidade esportiva que a total ausência de atividade física. Sabemos bem que a vontade de por um chinelo e pegar uma praia são encantadoras, mas que tal aproveitar a praia e praticar futevôlei com os amigos? Quem corre, que tal conhecer a cidade, seus parques, lugares pedalando vez em quando?

 

Sabemos que o ano ainda não acabou para alguns, em especial os que objetivam as corridas de fim de ano ou as de inicio de ano, mas se não é seu caso, o “bom vício” da pratica esportiva poderá por um momento ser trocado por um treino de manutenção bem leve COM MUITA ÊNFASE NAS CORREÇÕES pouco enfatizada durante o ciclo normal.

E A MUSCULAÇÃO?

As academias estão preparadas para que você possa fazer ou conhecer outras atividades. É uma boa hora para investir na flexibilidade, nos alongamentos e nos exercícios posturais. Aqui é extremamente interessante conhecer o TREINAMENTO FUNCIONAL (ainda mais se for na praia ou num parque) e o PILATES.

E O PROJETO VERÃO?

Se você não fez nada (ou quase nada) o ano todo, então não resta outra solução a não ser CONTINUAR A ROTINA. Boa hora para mudar a alimentação, os hábitos ruins para caber naquela calça jeans para não precisar encolher a barriga nos SELFIES.

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LESÕES: UMA HORA DESSAS ELAS APARECEM...

Vamos entender a “RETADEZA”?

Em Mato Grosso temos esse verbete que explica bem o comportamento daquele que aprendeu a gostar da prática de uma atividade física. Portanto o individuo quando gosta de alguma coisa fica tão CAXIAS (outro verbete) que por vezes acaba deparando com as lesões.

Dores lombares, esporão de calcanhar, facites, tendinites, contraturas e estiramentos musculares passam a ser “parceiros” eventuais num macrociclo de treinamento. Atire, então, a primeira pedra quem nunca reclamou de alguma dor ou incômodo? Onde entre o verbete?

O grande amor, encanto ou apego à atividade física, aos eventos, ao vento sendo cortado, as paisagens que ficam pelo caminho acabam nos criando um estado de inquietude que só sara quando se calça o tênis e pomos o corpo em ação. Mas como fazer isso quando estou lesionado?

Eventualmente por uma temperatura desfavorável, um aquecimento mal feito, pouco repouso, esforço excessivo acabamos tendo que parar ou pelo menos pausar nos treinamentos. Temos então a “síndrome” da abstinência da serotonina J

A falta desse momento de prazer pode provocar um ato muito comum entre os atletas – A RETATEZA. O atleta-CAXIAS não consegue ficar muito tempo parado para que seja feita a devida recuperação, sendo assim, acaba pondo tudo a perder por RETADEZA. O “RETADO” mesmo lesionado quer continuar treinando normalmente, e fatalmente piorando o quadro da lesão.

Fique tranquilo (a)! Sabemos que boa parte das lesões são simples e só o fato de repousar pode curá-las. A grande chateação é que normalmente as lesões surgem quando parece que estamos no nosso melhor momento ou fase.

O que na verdade era só uma lesão passa ser um momento difícil chamado administração da frustação. Engraçado é que procuramos justamente o esporte para aliviar as frustrações e o estresse do dia a dia e sua falta acaba nos trazendo certa apreensão. Será que voltaremos logo? Terei tempo de participar do tão sonhado evento?

 

Apresar a volta não resolve! O que resolve é tratar direito!

Nesse período de tratamento é propício para que façamos algumas reflexões:

  • Tenho levado a sério a planilha de treino?

  • Faço meu treinamento de forma sistematizada e acompanhada?

  • Qual foi o mecanismo da lesão?

  • Preciso investir em que para prevenir futuras lesões? Musculação? Flexibilidade? Treinos educativos?

  • Descasei o suficiente para a prova?

  • Fiz além do que meu corpo podia?

Lesões vão acontecer. São inerentes a quem treina e que normalmente, se bem administradas, nos tornam mais maduros e resilientes às novas demandas de treinamento.

Vença a RETADEZA estudando.

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Não é novidade que há uma crescente do número de adeptos nas atividades físicas. Correndo, pedalando, pulando, malhando, escalando, (...), temos a impressão que houve um novo despertar para a atividade física.

Tendo como aliado a internet e aplicativos ligados a rede social, hoje grupos de pessoas se animam à prática de exercícios físicos, boa alimentação, hábitos saudáveis (inclusive sono) e redução de indicadores de possíveis patologias como diabetes, colesterol e hipertensão arterial.

O que chama atenção é que ELAS têm comandado essa revolução pró-saúde. Quais seriam os fatos que estariam ajudando as mulheres a “dominar” os ambientes das academias, assessorias desportivas e grupos de atividade física?

1 - INTERESSE

Longe de mim dizer que os homens não tem interesse, mas é nítido que elas tem MAIS que eles e uma grande prova disso é que as empresas e e-commerce (sites de vendas) se especializaram em atender a demanda delas. Elas procuram e estudam mais sobre produtos e a importância deles sobre seus rendimentos individuais. Muitos podem dizer que compram muita coisa por moda, mas isso não diminui o interesse delas.

2 – PROCURAM MAIS OS ESPECIALISTAS

Outra coisa observada é que elas vão mais ao médico, ao nutricionista e OUVEM MAIS O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Saber a opinião de especialistas revela a vontade de fazer as coisas de forma mais correta e segura possível. Difícil alguém querer resultados simplesmente copiando o treino de outros ou seguindo passo a passo de vídeos do YouTube.

3 – ELAS FAZEM MAIS O TREINO

Mesmo com toda a vida atribulada e com seu tempo dividido entre filhos, maridos (namorados) e trabalho, conseguem ser mais frequentes aos treinamentos e de forma sistematizada, conseguem cumprir treinamentos e metas estabelecidas com maior frequência que eles.ar movendo-se.

4 – FEEDBACK

Não percebeu ainda que a maioria dos PERSONAIS TRAINNERS trabalham com mulheres e não com homens? Boa parte dos treinadores individuais preferem trabalhar com elas em vista ao respeito e feedback que recebem de seu trabalho. É percebido que, no dia a dia, elas realmente fazem o que lhe é pedido e confiam mais. HOMENS geralmente “acham” que sabem mais que o profissional que o orienta e tem dificuldade em receber orientações.

 

QUAL ENTÃO SERIA A DESVANTAGEM QUE AS MULHERES AINDA NÃO SUPERARAM? As fisiológicas.

Elas tendem a lutar mais contra a balança, não ganham massa muscular com a facilidade que eles (em virtude da testosterona) e nos desempenhos de rendimento atlético, tendem a ter evolução mais lenta que eles, mas é nítido que são mais mulheres que terminam corridas, que participam dos grandes eventos, que concluem maratonas.

Esse público está em alta e tem poder de compra e de sugestão de tendência. O mercado que ainda não as viu, perde um nicho importante de oportunidades, pois mais que a moda ou uma tendência, desde JANE FONDA elas não param de crescer.

HOMENS E MULHERES! A semana de atividade física esta chegando... Dê um start em sua vida e veja o tempo passar movendo-se.

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ELAS COMANDAM...

NÃO PERCEBEU AINDA?

 
 

LUTANDO CONTRA A PREGUIÇA DE TREINAR.

Você se comprometeu a fazer exercícios esse ano, inscreveu-se na academia, fez avaliação física (os resultados não foram muito bons!), comprou roupinhas novas e… deu uma preguiça!

Chega a hora de ir treinar, acontece de tudo: telefonemas, convites para sair, trânsito, trabalho extra, compromissos, dores no corpo, uma nuvem no céu, TUDO é motivo para não ir malhar! Vamos ser sinceros – depende só de você!

Algumas dicas para livrar-se dessa preguiça!

1. Lembre-se POR QUE você quis iniciar a atividade física. Fixe-se nessa ideia – ela te motivará a seguir em frente e superar qualquer pensamento contrário.

2. Um PASSO de cada vez. Estabeleça metas alcançáveis e prazos viáveis. Um passo dado, uma vitória conquistada. Desejar tudo de uma vez só causará frustração, pois nossos corpos demoram para absorver mudanças.

3. Seja um MODELO de saúde e motivação. Já pensou em ser um modelo para sua família e amigos? É o que ocorrerá se você mantiver um plano de treino e persistir nele. Além de ser ótimo para sua saúde física e mental, ainda proporcionará inspiração àqueles ao seu redor. Pense nisso.

4. Ache sua atividade FAVORITA. Sua rotina será maravilhosa se você fizer algo que gosta. Procure uma atividade que combine com sua personalidade. A variedade é imensa: ao ar livre, na água, individualmente ou em grupo, existem muitas opções para escolher. Pesquise.

5. Faça um DIÁRIO. Manter registros dos seus treinos, sensações, medidas das circunferências, progressos, etc, ajuda a manter em alta sua motivação diária na prática de atividade física.

6. Desligue a TV. Apenas volte a ligá-la depois de ter treinado!

7. Poste nas MÍDIAS SOCIAIS. Para algumas pessoas, é importante esse compromisso com os seguidores do Facebook ou Twitter. Tire fotos, fale da dificuldade do dia, das conquistas e das falhas. Além de criar um elo entre você e seus amigos, existe a possibilidade de você inspirar alguém! Mande para nossas redes sociais!

8. Hora do treino é SAGRADO. Todos devem saber que em determinado horário do dia, você não estará disponível e ponto final. Inegociável. Seja firme.

9. Divida seu treinamento em PEQUENOS treinos. Quando não há muito tempo para treinar e sua paciência é pequena, a maneira inteligente de vencer é criar treinos menores, de meia hora, por exemplo. Nada será esquecido e tudo treinado em uma semana. Vale à pena tentar.

10. RESPEITE-SE. Hoje mais do que nunca sabe-se que atividade física deve fazer parte da vida das pessoas para evitar doenças do corpo e da mente. Se você ainda insiste em pensar que isso não é para você, está desrespeitando sua saúde, sua sanidade e, consequentemente, a das pessoas que convivem com você. Permita sentir-se feliz e saudável. Faça atividade física.

A atitude de mudar é muitas vezes vista como uma agressão à nossa rotina – e é mesmo! Só há uma maneira de sairmos de onde estamos e irmos para outra realidade: mudando.

Precisa de um empurrão? Acesse nossa assessoria de treino: TREINO ONLINE e vamos ajudar com um bom treino, “pegando no seu pé” para você estar sempre treinando!

Pequenas ações podem proporcionar grandes conquistas nas nossas vidas. Encare como um desafio e vencerá a preguiça que te assola nos dias de frio, dias chuvosos, etc. Se sozinho você não consegue ir em frente, contrate um personal trainer – ele/a se incumbirá de motivar e mover suas energias para uma vida melhor.

Saia do sofá, expulse essa preguiça e vá acelerar seu coração e viver mais feliz, agora!

Bons Treinos

 

Achei esse texto em: http://horadotreino.com.br/10-dicas-para-evitar-a-preguica/

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AVENTURE-SE A SUPERAR SEUS MEDOS!

Esse artigo contou com apoio dessa equipe.

Distante das modalidades mais comuns e urbanas conhecidas vemos uma crescente dos esportes de aventura. Enquanto nos esportes urbanos vemos pessoas, carros , casas, prédios ou as paredes hiper chamativas ou o som alto das academias, os que procuram esse perfil aventureiro veem trilhas, mato, paredões e cachoeiras. E você já tentou sair da trilha?

Especialistas e amantes da aventura afirmam que “superar desafios é um dos melhores remédios para acreditar em si mesmo, elevar a autoestima, ganhar força para realizar sonhos, conquistar o que deseja e, principalmente, aproveitar e amar a vida”.

A hierarquia de necessidades proposta por Maslow (a pirâmide de Maslow) sempre posicionou que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Observando e respeitando as necessidades fisiológicas, que segundo Maslow são a base dessa estrutura, será que os demais patamares devem mesmo ser contemplados antes da auto realização? Será que eu, você, qualquer um de nós precisa esperar tudo se resolver antes?

Justificativas! Essas talvez sejam as maiores razões de termos mais pessoas na natureza. Em minha opinião (respeitando-se as fobias e traumas) medos e receios simples não precisam ser superados antes de se “jogar” numa ação. Os esportes de aventura hoje passam longe de serem inseguros, o que de fato nos limita é o medo.

Essa “radicalidade” faz o organismo a trabalhar de forma a superar um perigo eminente. Descargas de adrenalina fazem o copo reagir e lutar, o medo se transforma em ativador de performance que espera somente uma ação concreta para iniciar – VAI!!

Superado o obstáculo a euforia toma conta e então se revela a verdadeira força que cada um tem de sobreviver, de se lutar pelo que se quer... Esse “homem urbanus” que nos transformamos não sobreviveria a natureza visto que nossa vida repleta de facilidades não nos deixa levantar do sofá nem para ligar a televisão.

Queremos ter uma vida segura e fácil e por isso cada vez mais nos aprisionamos e engordamos. A violência levantou paredes de nossas casas, nossos jardins já não têm árvores, nossos filhos nem brincam mais na rua ou sobem nos muros...

Não tem ideia por onde começar? Que tal escalada, montanhismo, rapel, paraquedismo, voo livre, rafting, trekking, (...).

O que esta te prendendo? Qual é a sua justificativa?

Dica:

  • Procure uma empresa séria com profissionais sérios;

  • Faça um check up;

  • Respeite seus limites;

  • Vá em turma;

  • Leve, quando puder, os filhos;

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PENSA UM “TREM” CHATO? TREINAR SOZINHO! OU NÃO?

FOCO
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JUNTAS
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PARCEIROS
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EQUIPE
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DETERMINAÇÃO
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TEMPO
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Procurando um texto interessante sobre o assunto encontrei esse. Resolvemos replicá-lo na integra e dar os créditos a facilidade de compreensão do seu escritor

“(...)

Com a proliferação das assessorias esportivas — também conhecidas como “equipes de corrida” — é inevitável que também proliferem dúvidas sobre as vantagens e desvantagens do treinamento em grupo. Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que hoje a maioria das assessorias tem um sistema de trabalho no qual o treino é prescrito individualmente, mas pode ser realizado em grupo — especialmente os treinos complementares, como alongamento e fortalecimento muscular.

Os principais benefícios do treinamento em grupo são tão comprovados quanto óbvios: a motivação é maior, o estresse é reduzido, a sociabilização é intensa e estimulante. Além disso, fica mais fácil cumprir a proposta de treino e há uma revigorante sensação de trabalho em equipe. Em nossa assessoria, nas aulas de circuito para fortalecimento muscular, é notável a vantagem do treinamento em grupo. Convenhamos: nem todo corredor gosta de fazer treinos de força ou resistência, mas em grupo há motivação, o treino é mais eficiente e todos cumprem as propostas individuais com muito menos estresse.

 

É preciso tomar cuidado, porém, para que a motivação para o treino não fique totalmente focada no grupo. Caso contrário, a falta acaba se tornando um fator desestimulante. E é claro que há momentos em que o treino individual é importante e necessário. Quanto mais técnico o treino, mas difícil encontrar uma companhia que tenha o mesmo nível de condicionamento físico. Sempre é bom ver outras pessoas fazendo o mesmo tipo de treino, mas o princípio da individualidade prevalece. Se o atleta está se preparando para uma competição, provavelmente ele a correrá sozinho — e, por isso, precisa treinar sozinho para aprender a administrar as tensões da prova.

Importante é ter sempre em mente que disciplina, dedicação e determinação são quesitos fundamentais para um corredor. Para desenvolver essas capacidades é preciso que o atleta aprenda a se conhecer. Esse é um trabalho fundamentalmente individual, que o corredor vai desenvolver juntamente com o treinador, para daí então conseguir usufruir plenamente o treinamento em grupo.

Soma-se a isso o fato de que não é fácil encontrar alguém que corra no seu ritmo, mesmo em um treino de rodagem. Ou mesmo que não falte companhia, às vezes simplesmente a vontade é correr sozinho.

VANTAGENS DE CADA TREINO

Treino em grupo: Motivação; Menos estresse; Sociabilização;

Treino individual: Técnica; Foco; Individualidade.

 

Fonte: Flávio Freire, 43, é diretor técnico da Flávio Freire Assessoria Esportiva. É pós-graduado em fisiologia do exercício pela Escola Paulista de Medicina e é técnico filiado à ATC (Associação de Técnicos de Corrida de SP). www.flaviofreire.com.br / flavio@flaviofreire.com.br

(...)”

 

A opinião do site SAÚDE A SÉRIO é bem parecida que do autor do artigo, pois em dados momentos é preciso sim abdicar do treino em equipe para respeitar um principio básico chamado especificidade, ou seja, pessoas são diferentes e agem diferentes quando submetidas ao estresse.

Resultados expressivos vêm normalmente de como essas pessoas aproveitam a base adquirida e como respondem aos treinos mais intensos, com metas pessoais por isso, vez ou outra, troca-se a companhia e a parceria do coletivo pela coragem e foco disciplinado do esforço solitário.

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É PRECISO RELAXAR PARA RENDER MAIS!

ACREDITE!

O que pretende fazer nas férias de Julho? Se não vai viajar e nem receber a visita dos parentes, que tal por rodas na preguiça e por vitalidade em seus anos?

É consenso sobre os benefícios ligados a prática da atividade física, em especial a feita de forma regular e orientada, dentre eles os exercícios que exploram a função cardiovascular e respiratória como a natação, remo, caminhada (corrida) e pedalar. O fácil acesso, ao equipamento e ao aprendizado, colabora com aqueles que elegeram a bicicleta (ou pedalar) a sua atividade física favorita.

Autores dizem e enaltecem que pedalar liberta; que é a “perfeita interação entre uma pessoa e uma máquina”; que é o transporte mais correto pró meio ambiente; (...) mas que carece de espaços reservados (não somente as vias públicas) para a prática. Mas quanto a isso, que não é nosso foco, devemos conclamar mais participação popular na construção dos planos diretores das cidades para que ciclovias deixem de ser algo supérfluo e sim potencial de investimento em qualidade de vida das cidades.

 

Se seguirmos as orientações dos especialistas, pessoas com sobrepeso podem encontrar no pedalar uma forma segura e menos agressiva as articulações, desde que sejam respeitados os princípios de intensidade, repouso, frequência e condição física de cada um.

Estudos apontam (ver referencias no rodapé) que pedalar numa velocidade entre 16 e 19 km/h se enquadra como esforço leve, ou seja, pode ser realizado mesmo por indivíduos sedentários e, eventualmente, acima do peso, então, se aplicarmos o princípio da frequência do treinamento desportivo sobre essa vontade de se mover, conforme o estudo tolera-se trinta minutos já nas primeiras sessões e chegando a 60 minutos.

O que você ganha pedalando?

  • Sem tanto estresse sobre as articulações, possibilitam uma atividade de maior duração. fato primordial para o gasto energético aeróbio;

  • Aumenta ou possibilita a maior eficiência da queima dos lipídios e redução dos níveis de LDL-colesterol (colesterol ruim) e triglicerídeos séricos;

  • Redução do percentual de gordura corporal;

  • Aumento de massa magra, em especial abdome e membros inferiores;

  • Menor incremento na temperatura corporal provocado pelo exercício (dissipação de calor por convecção – o vento fazendo o suor evaporar)

  • A mudança de paisagens ajuda e colabora na redução do estresse.

E depois?

Que tal, após um período de condicionamento (orientado de preferência) se aventurar nos eventos que envolvem trilhas e percursos fora de estrada? Nada de competição! Apenas pedalar e observar a natureza acompanhado (a) de outros tantos que como você, vez ou outra, esquecem que existem paredes e um teto sobre suas cabeças e se põe na estrada.

Procure na sua cidade. Existem grupos de todos os tipos, condições, realidades, horários. Mas cuidado com o vício, pois inevitavelmente estará falando do número de marchas, marcas, partilhando aventuras, locais... J

Animou? Então comece!

Leia mais em:

http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/EDUCACAO_FISICA/artigos/ciclismo.pdf

PEDALE E MANDE O ESTRESSE... E O SOBREPESO, EMBORA.

 

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O que mais percebemos hoje nos aficionados pela atividade física é a prisão ou necessidade de uma rotina que lhe alimente de endorfinas via treinamento. Essa busca por resultados, sejam eles de performance ou apenas quanto a vitalidade podem ter preços a serem pesados e bem observados.

É sabido da qualidade e do rigor do esporte competitivo e o de rendimento imposto a atletas, mas quem pratica uma atividade física regular, superior a quatro vezes semanais, mesmo de forma amadora, pode se considerar um atleta em treinamento e sobre ele (a) todos os benefícios e malefícios da atividade física.

Mudanças fisiológicas provocadas pelo estresse em consequência de transformações fisiológicas, biomecânicas, psicológicas e metabólicas estão acontecendo, claro que na proporção das intensidades e volumes de treinamento físico que lhe são impostas, e sob o olhar do estresse, “o treinamento desportivo com cargas excessivas é considerado um estressor negativo para o organismo, podendo causar estresse desconfortável, perigoso e prejudicial à performance e à saúde do atleta”.

“Treinar até cansar” não é indicador preciso de desestresse. OVERTRAINNIGS podem gerar prazer temporário, mas não duram o dia todo. Ao buscar o relaxamento como integrante ao treinamento objetiva-se a otimização do descanso, bem como a redução e o controle da ansiedade e do estresse, permitindo, assim, a organização de todas as forças e dirigindo-as para a performance. Nunca percebeu que alguns resultados surgem quando a mente “desencana” do resultado?

 

 

Descansar vai além de técnicas respiratórias ou de meditação. Parar um pouco NÃO jogará o que ganhou no “lixo”. Pausas psicológicas devem estar dentro da matriz de treinamento. Você ganha com isso, quem lhe cerca também.

Entendeu? Saia um pouco da rotina! Dê trégua ao tênis!

 

Recomendo essa bibliografia. Leia em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922002000400002

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OVERTRAINING: QUANDO O TREINO É DEMAIS...

Uma ideia errônea que muitos têm em relação a prática de uma atividade física regular é que “quanto mais treino melhor”. Muitas pessoas levam em conta a empolgação não percebendo as consequências fisiológicas do que conhecemos de overtraining.

A palavra OVER deriva mesmo da palavra EXAGERO ou EXCESO, portanto se há intenção de se levar seu corpo ao um limite é preciso de orientação, maturidade e responsabilidade, pois não é em seis (6) meses que se tira o “atraso” de longos anos de sedentarismo. Progressão lenta não quer dizer não se chegará onde quer.

A "teoria da supercompensação", meta final do estresse fisiológico, afirma que as reservas energéticas gastas durante o processo de contração muscular (treinamento) são repostas no período de recuperação, ou seja, de descanso, sendo assim, o patamar de condicionamento físico se eleva após cada novo ciclo intercalado pelo repouso. Então repouso não é somente a ausência de atividade que antevém um evento e sim um componente importante entre ciclos de treinamento.

Fato: Muita gente se apega a atividade física intensa como uma forma de esquecer ou ocupar sua mente dos problemas ou recuperar o tempo, mas em qualquer uma das situações citadas, cometem um erro que no direito poderíamos chamar de vício de iniciativa, ou seja, “já começou errado”.

Dentre os problemas do super treinamento estão “perda de condicionamento físico com perda de força e resistência; dor muscular persistente; sensação de fadiga crônica; elevação significativa da frequência cardíaca em repouso; mudança de humor com possíveis quadros de depressão e irritabilidade; queda da resistência imunológica; perda da qualidade do sono”.

Vamos entrar em acordo? Não espere ter todos os sinais para mudar!

O melhor meio de se evitar o overtraining é a consciência e a informação para evitar que seus sinais apareçam. Além de não extrapolar seus limites nas pistas, academia, piscinas é importante descansar bem entre uma atividade e outra e manter uma alimentação equilibrada e balanceada.

Uma dica: pesquise e converse com um nutricionista sobre a suplementação de Glutamina, Ômega 3, Antioxidantes (vitamina A, E, C; selênio; zinco; cromo), BCAA (aminoácidos de cadeia ramificada) e Bebidas isotônicas.

Leitura Interessante: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/guia/overtraining-e-seus-efeitos-cuidado-para-nao-exagerar-nos-treinamentos.html

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        Coloque uma coisa na sua cabeça: ninguém começa uma casa do telhado, portanto não é do dia pra noite que conseguirá uma aptidão física adequada que consiga acompanhar outros que estão já algum tempo a sua frente. Existem princípios que devem ser respeitados entre eles o da especificidade, do treinamento, constância, alimentares, psicológicos, (...), pois nada é tão simples, mas tão pouco é impossível.

Seja coerente:

Ninguém vai chegar a um lugar mais alto sem galgar patamares anteriores. Se você pretende correr, inicie pela caminhada planejada; cross country ou corridas de aventura sem projeto de musculação é impensado; aquela aula de spinning será uma realidade se gostar (ou aprender a gostar) de pedalar; o fim do “tchauzinho” não acontece tomando chá verde...

 

Crie um histórico:

Hoje existem sites que fornecem planilhas de treinamento, mas oriento aos iniciantes, em especial aos que tem mais de trinta anos e aqueles que foram “adeptos” do sedentarismo pelos últimos seis meses, a procurar ajuda profissional.

Hoje o mercado disponibiliza aplicativos para celular que dão aquela “mãozinha” motivacional àqueles que estão começando andar ou a correr. Com esses aplicativos é possível provar aos colegas que realmente esta fazendo suas atividades e publicar nas redes sociais as suas conquistas. Boa parte são gratuitos!

Vá se aparelhando aos poucos:

Para fazer uma atividade física é preciso ter matérias adequados, mas isso deve ser apresentado a medida que a vontade e a frequência se tornam uma constante. Não é necessário, para começar na academia, buscar na internet aquele tênis de 700 reais, sob o risco de após uma semana ele ficar encalhado no guarda roupa ou próximo a lavadora de roupas. Quantas esteiras hoje são varais ou abrigo de brinquedos dos filhos?

Existem bons tênis encontrados com um terço desse preço!

Junte mais dois ou três corajosos:

Há uma chance maior de se obter resultados planejados se conseguir alguns “parças” para dividir o trecho. Por mais que alguns critiquem, é muito bom poder fazer uma atividade física podendo jogar conversa fora. Claro que aos poucos os assuntos parecem ser somente relacionados aos treinos, mas ter alguém lhe motivando ajuda muito.

Dicas:

  • Começe!

  • Publique os resultados nas redes sociais!

  • Participe de eventos públicos (caminhadas, corridas, passeios,...)

  • Use roupas adequadas à pratica escolhida;

  • Compre um tênis;

  • Seja fiel

  • Hidrate-se!

Boa sorte!

FALTA FOLEGO E CORAGEM? REVEJA ALGUNS PONTOS IMPORTANTES.

 

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Uma coisa que se percebe com o advento da modernidade é a necessidade de estar sempre “antenado” ou “ligado” no que acontece. Essa busca pela novidade, pela informação, pelo que esta acontecendo AGORA, tem motivado muitas pessoas a optar em fazer de tudo um pouco ao invés de fidelizar a algo. Se pudéssemos fazer essa analogia, hoje nossos clientes estão mais propensos a “ficam” e não mais namorar com a atividade física, dilema que tem levado personais e outros profissionais de saúde se reinventar para não os perder.

Que tal então se reinventar sem precisar perder sua essência?

O cross fit, ideia que talvez tenha surgido e ganhado força com a promessa de cada dia ser diferente do outro conseguiu abocanhar essa fatia de mercado que preza pela novidade sem deixar de exigir qualidade e resultados, mas os exercícios militares por si só não oferecem todos os benefícios positivos que esperamos de uma atividade física que possua um caráter mais holístico, ou seja, preencha mais seu praticante.

As academias que perceberam isso já fazem planos diferenciados que possam atender gregos e troianos, podendo o praticante optar apenas singularidade da prática de apenas uma modalidade (natação ou musculação ou uma luta) ou permitir que seu usuário ou cliente utilize de todos os produtos ofertados por ela. Esse modelo permite que você possa malhar e “degustar” de uma aula de DANÇA DE SALÃO ou ZUMBA durante a semana.

 

A tarefa então do personal fora da academia se tornou mais difícil, pois esse cliente “ficante” precisa (e quer) de novos estímulos externos, já que motivação é algo que brota de dentro dele. A sugestão é apresentar a seu cliente ou ao profissional que contratou uma planilha de atividades variadas, e juntos, sem perca de qualidade, possam ampliar o leque de capacidades físicas que uma simples corrida poderiam não permitir.

Permitir essa variação de atividades além de ampliar os ganhos fisiológicos pela constância nos treinamentos, tende a poupar as articulações por excesso de repetições além de trazer um gás novo àqueles que precisam desse componente psicológico para se manter em forma

O profissional que não consegue ter um repertório de atividades tem seu sim seu espaço no mercado, mas o “namoro” tende a requerer muito investimento em técnicas de fidelização e na qualidade do serviço, pois como vemos hoje, temos um público muito mais exigente que aprendeu usar o GOOGLE e o YOUTUBE para se exercitar.

Importante: Também não dá pra ser eternamente movido pela direção dos ventos ou dos modismos não é? Independente de ter ou não novidades não tem justificativa ficar parado então... MOVA-SE!

Obs: Essa tabela é uma sugestão viável para aquele que trabalha das 8 às 18h

VARIAR BUSCANDO RESULTADOS MAIS AMPLOS... E TAMBÉM NÃO SUMIR.

 

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CORRIDAS DE AVENTURA: "BRINCADEIRA" DE GENTE GRANDE.

Houve um tempo em que as crianças eram criadas fora de cercas e muros de condomínios; quando a insegurança não era o que determinava a possibilidade de ir ou não e sim a permissão dos pais; um tempo que tínhamos mais amigos e menos contatos, mais “OI” e menos “CURTIR” (...). Esse tempo foi a infância dos que tem mais de 30 anos na atualidade.

Essa turma, saudosa pelo melhor tempo de suas vidas, esta literalmente aproveitando o tempo novamente se arranhando, colecionando hematomas, com gelo nos joelhos e ombros... Nada de crise de meia idade, esse povo encontrou na aventura a fonte da juventude e da sanidade mental.

Hoje as assessorias esportivas e empresas particulares têm ofertado diversos trajetos, níveis de dificuldade (ou emoção) e esforço, no entanto ainda atendem um publico de poder aquisitivo bem claro. Independentemente disso, caso um dia acorde pensando que é o Bear Grylls (aventureiro e ex-militar de um programa do Discovery Channel), previna-se dos exageros eminentes a toda novidade.

Observação: Essas dicas são para pessoas que não fazem do esporte seu ganha pão ok? Vamos a algumas.

 

Sobre calçados

Como o público que procura essa atividade geralmente possui muita instrução e poder aquisitivo, o mercado investe muito nas sensações do marketing 3.0. Nas propagandas os tênis e coturnos (botas militares) parecem tão bons que nos esquecemos de perguntar se servem para o que precisamos e se os valores atenderão o custo benefício.

Tênis são ideais para trilhas com pouca inclinação ou declives íngremes, mas levam desvantagem quanto aos coturnos, caso sua aventura necessite o uso de cordas ou realize travessias. A relação solado e terreno devem ser levados em conta na escolha de um produto.

Sobre roupas

Após uma corrida de aventura devemos lembrar das paisagens, das dificuldades e superações e não das assaduras que, em virtude da agua ou do suor, podemos ser acometidos. A orientação básica é fugir dos tecidos de algodão e preferir os Dry fit e outros materiais ainda mais tecnológicos que conseguem mesclar a proteção térmica e a leveza do material.

No mercado temos além do Dry-FIT temos o Suplex, Climalite, Climacool, Amni, Emana, que são variações e combinações do poliéster, poliamida e microfibra, prometendo diversos benefícios; como boa absorção da umidade, secagem rápida, equilíbrio térmico, proteção UV, efeitos antibacterianos e etc. Ah, e se for pedalar, não seja tolo de investir na bicicleta e esquecer-se da bermuda com gel ok? Não é frescura!

Sobre meias

Calçado e meias são parceiros e conforme a necessidade elas também mudam. Mas essa parceria tem andado muito pela moda do que pela necessidade. Alguém me responda com que frequência vê-se atletas quenianos correndo com aquelas meias compressivas? O efeito delas comprovado é apenas pós treino. Para elites em rendimento atlético existem materiais próprios que visam potencializar desempenho. Procure sobre polainas de compressão.

Meias em corridas de aventura devem proporcionar segurança (evitando torções), higiene e proteção (espinhos, bolhas,...). Prefira as brancas, pois coloridas são as preferidas pelas abelhas. Fica a dica!

E se o bolso ajudar, e dependendo da aventura, pesquise sobre cantis, mochilas, proteção solar e primeiros socorros.

Sobre você

Visite regularmente ao médico; Respeite seus limites fisiológicos; Corrida de aventura requer treino e aptidão física; Não esqueça a água; Aproveite a paisagem; Planeje sempre, visando não passar por apuros; Registre tudo.

 

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POR TRÁS DOS PRIMEIROS 5KM PODEM TER MAIS QUE 5.000 METROS.

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Pra quem resolveu abandonar o sedentarismo e já conseguiu incorporar na sua rotina diária a caminhada, precisa agora por algum objetivo nas minhas passadas. Que tal uma prova de 5 Km?

Pronto! Já correu! Foge não! Vamos!

Queria focar em outros benefícios que vão além dos visíveis (hipertrofia, melhoria cardiorrespiratória, etc), mas em tudo aquilo que pode realmente lhe fazer mover mais que suas pernas em direção de um objetivo: os efeitos psicológicos atrelados a atividade física.

Foi percebido ao longo dos exemplos de atletas que algo mais compunha o resultado ou recorde, algo que o tornava diferenciado em meio aos iguais ou tão talentosos. Esse componente não mensurável passou a ter muita importância, ao ponto do psicólogo ganhar cada vez mais espaço nas equipes profissionais.

Esse espaço cada vez mais se amplia, chegando agora ao cliente ou usuário simples com pesquisas que tentam elucidar quais seriam os motivos e benefícios atrelados a quem se dispõe todo dia (ou rotineiramente) a correr, nadar, pedalar... Nunca pensou ou se indagou o que leva uma pessoa continuar correndo por quilômetros (até no frio, chuva, fim de semana) com dor e ainda assim, se sentir feliz ao cruzar a linha de chegada?

Segundo o psicólogo Mauricio Mendonça podemos apontar:

DISCIPLINA

Acredito que nada relacionado a nosso dia-a-dia passa sem que haja disciplina. Acordar, levantar, dispor-se, emplacar uma rotina física e alimentar, seguir um treinamento, (...) não se diferencia do trabalho repetitivo e/ou competitivo das grandes empresas que buscam resultados e lucros.

Fato: Se eu enxergar a necessidade do exercício como prioridade, algo acontece.

 

AUTOESTIMA

Este componente está muito relacionado aos “SINS” e “NÃOS” que precisamos dar para poder organizar nossas prioridades. Segundo esse especialista “a atividade física, o treino pode ser usado de diversas formas: podemos esquecer os problemas enquanto nadamos; ou é possível que vejamos nossos adversários e obstáculos caindo por terra enquanto levantamos peso repetidas vezes; também podemos pensar na vida e organizar os pensamentos durante uma caminhada”.

Numa corrida, poucas coisas passam por nossa cabeça, mas de certa forma parecem se organizar quando a concluímos.

DETERMINAÇÃO

Conheço uma senhora que após completar seus cinquenta anos resolveu dar um novo START em sua vida. Filhos crescidos e já formados lhe deram um novo motivo (e animação) para aprender fazer TRAIL, PULAR DE PARAQUEDAS, NADAR E CORRER...

Aos 65 anos, coleciona além de medalhas, mas milhas de novas histórias em sua vida, que incluem São Silvestre, meia Maratona do Rio de Janeiro, provas de obstáculos estilo militar e uma saúde de ferro, que seus netos tem inveja e acredito que ela ainda dará canseira nos seus bisnetos.

RESISTÊNCIA A FRUSTRAÇÃO

QUEM NUNCA SE FRUSTROU? Lutar e se impor sobre os obstáculos faz parte do nosso dia. Mais que leões, precisamos aprender a reverter as situações a nosso favor, mesmo que sejam indigestas. Decisões de trabalho, pessoais, familiares nos são apresentadas e o que fazemos? Desistir?

O especialista orienta a persistir, pois “estamos ‘treinados’ a nos focar em problemas e reclamações” e talvez seja nisso que a atividade física persistente mais tenha influência: Ensina-nos a dar mais atenção às coisas boas na vida, pensando sobre ela, sentindo suas reações, aprendendo a seguir em frente, exigindo-se ainda mais, lutando...

E ai? Vamos?